"... E Ele disse: [i]Não mais terão a luz na alma!"[/i]
Para todos, o bem, estou aqui para ajudar Meus amigos... Não temam, pois vou lhes amparar A centelha eu trarei e a luz renascerá
Aos céus eu fui e de lá rapidamente sai Aquele que o bem faz não pode sem o brilho da alma viver Não havia como evitar, mas aos meus amigos eu queria ajudar
Foi quando souberam... Colina a cima fiu deixado A minha sentença havia sido dada Condenado a dor eterna... Onde um filho da natureza comeria parte de mim durante o dia para que o sofrimento eu tivesse E a noite... Tudo voltava ao normal para que no dia seguinte o tormento retornasse
Preso a algemas involuntárias Condenadas a passar a eternidade junto aos meus gemidos de dor
Como se não bastasse, aos meus amigos também quiseram ferir A mais bela de todas decidiram criar... Cheia de dons!
"[i]Não aceite presente dos céus, meu irmão![/i]" Foram as minhas palavras, mas de nada serviam; ele havia esqueido de minha frase
Inteligente e sedutora Caminhando entre os mortais Uma caixa ela trazia... E mais tarde, a abriu; era o presente celeste De lá sairam tantos males... E quando o último estava prestes a sair... Ela fechou o presente O último item fora trancado... A Esperança
Todo o conjunto do presente caminha até os dias de hoje sobre a Terra, com exceção do único item trancado Não havia como evitar e eu nada poderia fazer Mas aquela que o presente deu, consequencias também sofreu... Sua ambição levou-a a perder a vida
Os males estão aí e somente nós poderemos impedir Com a ausencia daquela que na caixa ficou, não adianta lutar Nos preparemos então para mais males suportas.
- by Eric at 18h18
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Ela parecia ter se extinguido
E nunca mais a veria...
Pela manhã... brisa e falas constantes me mantinham acompanhado
É deprimente saber que ela se foi e não voltaria
mas disseram que o melhor seria se realmente ela fosse pra sempre
Seres rejeitados não são lembrados... (Foi o que disseram)
Mas seres isolados não são consolados
Para que correr se não há ninguém?
Tranco as portas do meu corredor sombrio
Porque?
Não há ninguém...
À eles não quero me juntar
Se não, as suas portas também irão fechar
É como algo que precisa ser feito mas que não conseguimos lutar contra
É difícil fugir pois eles sempre estão correndo por aí...
Os cadeados me protegem daquele que por eles podem passar
Mas que por algum motivo continuam lá fora, a me esperar
Gostaria dela sair, mas se eu o fizer... Outros irão entrar
Preso aqui tenho que ficar... É somente aqui que eu seii habitar
Correndo pelos corredores eu fujo para dentro de uma porta que logo se trancará
Pelas minhas mãos sensiveis e amedontradas...
Não há como evitar, para todo sempre aqui eu irei habitar...
Solidão...
- by Eric at 10h55
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Essa aqui não é bem um poema ou sei lá o que; é mais uma "linha de pensamento". Pensem na base como um subordinado ao construtor.
O Construtor e Ele mesmo
A base é sempre um bom começo e é quase sempre de lá que nos fazemos por completo...
Mas ao longo de tudo passamos a enxergar frutos feitos não gerados pela base...
É aí que o novo começo se inicia; onde nos lembramos da base mas não a seguimos por completa, já que agora podemos criar nossos próprios frutos...
É inevitável que assim seja; mas os construtores da base querem sempre ser reconhecidos e sempre estão em todo o lugar para exibir quem iniciou todo o projeto...
É difícil fugir deles e quase sempre não conseguimos. Os construtores lutam para que todo o projeto siga a linha da base...
Mas é necessário que outras mãos passem por cima da base; só assim o projeto irá entrar em aprendizagem e poder então evoluir...
Nem sempre evoluem positivamente, mas é um risco que temos que correr. Tudo depende do conteúdo da base e é por isso que, por mais que pensem o contrário, os construtores da base sempre serão lembrados e tomados como dados iniciais em qualquer pesquisa...
Nas se os construtores não liberam a base, ela nunca poderá evoluir. Temos então que confiar e deixar o projeto com seu nível de auto-evolução em aprendizagem...
Há muito que negar, pois nem sempre as idéias serão evolutivas mas... Você já tentou arriscar? ...
Será que o projeto não seguirá o conceito da base e por si só irá qualificar as idéias a ele oferecido?! ...
Confiar no que você “plantou” é o indicado; a base irá suportar inúmeras e diversificadas plataformas superiores, mas ela é a mais importante de todas, já que, sem ela todo o projeto cai. Se você montou uma boa base... Arrisque um pouco nas plataformas que virão, afinal... Se algo não for evolutivo, com o tempo, a base saberá identificar e um novo projeto então irá começar.
- by Eric at 10h55
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Olá pessoal, tudo bem? E aí, como andam as coisas?
Bem... Fiquei tempos sem postar algo aqui. Me perdoem. Nossa, a semana que passou foi muito boa. Várias coisas legais acontecendo. Esse final de semana foi ótimo. Ontem foi aniverário de um primo meu, fez 9 anos mas... Teve churrasco para os "adultos". hehehe Olha quem fala de churrasco. Eu NÃO COMO carne vermelha e branca. hahahaah
Bem, esse findi tem sido "revelador" pra mim. Fiquei sabendo mais sobre pessoas que eu gosto muito e ligações no telefone me fizeram mega feliz. :D
Esse post meu é mei diferente dos outros porque hoje eu não to com muito saco pra escrever muito então... Tá simples. :)
Abraços e Boas Tardes pra todos.
- by Eric at 16h34
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Ela está lá fora... caindo sobre tudo Derramando as dores e vitórias Ouça... Ouça... È como uma canção de ninvar É como uma leve bomba que está a estourar Contando a todos o que vez fazer; mostrando a todos o que pode levar Não esclhe sobre quem... Cai sem eleger
Desesperada ela está... Grita por segredos que não pode contar Busca por alguém que a possa compreender Mergulha nas fendas do chão e tenta de lá se libertar Caindo... Ouça... Ouça...
Cria luzer lá no alto... Com ruídos espetaculares Bonita mesme sem se ver; tão apreciavél de escutar E nós estamos com ela... Mesmo sem querermos ela vem e pode ficar Você pode tentar mas não consegue dela escapar Sonhe ao seu som... Durma com seus gritos
Desde pequeno ela vem te visitar Agradeça o que ela vem te dar Não expresse um adeus Lembre-se da canção que ela oferece... A melodia dos céus Ouça... Ouça...
- by Eric at 11h51
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Olá pessoal, tudo bem?
Bem... Eu sei que ainda não expliquei o porque deste blog então...
Criei esse blog pra publicar algumas das muitas escritas que faço. Algumas dizem sobre mim mesmo e outras só por fazê-las mesmo. Não direi a qual delas faço parte pois penso que todas fazem parte de mim. Só que algumas tem um significado especial pois exibem, de alguma forma, coisas pessoais minhas. Não é uma coisa que se vá entender a primeira vista... É isso!
Segue aí mais uma...
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Livro da vida

Tudo passou tão rápido
É como se fosse ontem...
Ainda me lembro dos meus sonhos de criança
E como um inocente eu desejava
Cresci nos mais puros campos e aprendi as mais belas palavras
E quando de repente sou jogado ao mundo... Conhecendo mais do que eu imaginava
Foram tantos capítulos vistos, tantas folhas viradas...
Páginas de diversificados assuntos eu vivi
Aprendi a controlar e deixar ser controlado
Aprendi que nem sempre o certo é o que queremos e que o errado nem sempre é inútil
Não há mais o que contar, mas sinto que ainda tenho tanto a dizer
Com palavras simples não consigo demonstrar e um tormento tudo parece se tornar
São como os pés que caminhas pelas ruas...
Sempre levam um pouco daqui pra li; mão há como evitar, mas posso pelo menos tentar
É como a chuva que cai...
Uma hora está nos céus, e outra... Caindo na realidade dos humanos
É triste viver ou pelo menos achar que vive
É revoltante correr e saber que terei que faze-lo em círculos, já que meus limites são tão pequenos
Dizem que muito tenho, mas ainda não consegui enxergar
Dizem que muito ganharei, mas como se não posso batalhar?
Dizem que é só esperar, mas tempos já se passaram e eu ainda não sai do lugar
Acho que apesar de tudo isso, eu já percorri um grande caminho... Em minha mente!
Mas quando olho para tudo eu simplesmente vejo que ainda não cheguei a metade do livro da vida.
- by Eric at 16h41
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Mais uma vez estamos jogando Este jogo que me atinge incansavelmente É tudo tão escuro aqui... Com prendas indesejaveis Já estive tanto tempo aqui que agora quero ir-me e deixar tudo
Tudo foi tão aproveitado Tive tantas perdas porém nenhum ganho Esse constante frenese que tudo é divino dificulta minha ida, mas caio na realiadade e reponho meus pensamentos Essa missiva subliminar quer que eu escape Toda vez que eu tento sair é como se me dessem um zurzir Luta contra mim mesmo e fujo de todos Planejo meus atos pois já encontrei o busílis de tudo isso Não há mais o que temer e não preciso a mais ninguém recorrer Preparo todo o estratagema e eles caem como inocentes Não será fácil sair sem ser percebido, mas aos poucos irei-me
Consei de viver me enganando Não aguento mais estar aqui com pessoas que não sabem o que querem, que tem medo do que são Estou resoluto e nada me fará voltar atras ão sou o primaz de suas vidas, mas sei que farei falta
Pareço até um ser pretume, que se mantem quieto e não liga mais para o que eles dizem... Mas não! Sou alguém que cansou do nada e que agora foge para poder algo ser e produzir.
- by Eric at 00h01
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Ser de Mentiras
Folhas de vontades crescem em meu ser Frutos de impossibilidade elas dão As minhas raizes não me deixam cair na verdade
Vivo cercado por pessoas que enganam à si mesmas Vivo onde de tempo em tempo nos encontramos para relembrar o passado Quero esquecer de tudo e excluir alguns mas parece imposivel Estou sendo alimentado pelos meus próprios frutos e eles não me deixam esquecer o impossivel
Quero algo e não posso ter Quero a verdade e não a tenho Vou estar para sempre preso as terras da fantasia Se minhas raizes dela sairem, morrerei sem nada conquistar Porem se aqui eu continuar, morrerei nos fatos ilusórios Onde cada momento passado pode se tornar o momento presente E onde o futuro simplesmente não existe!
- by Eric at 12h32
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